Criado um dos ambientes mais femininos de Lisboa, Amélia selecciona a moda que melhor assenta no espaço, mistura-a com os seus acessórios e peças de design únicas. Eis os pratos do dia deste novo restaurante – que nasceu no lugar do antigo Pesca, de Diogo Noronha –, sempre disponíveis ao almoço e ao jantar com o preço único de 12€. O menu é suficientemente grande e completo para dar a conhecer melhor os pratos típicos de forno e os grelhados do Líbano, com a maior parte das receitas tiradas directamente do livro da avó de Tarek Mabsout, o dono. A segunda casa veste-se de rosa millennial, que nem casa de bonecas, e tem uma montra catita sempre com as novidades da marca. E é ela também a responsável por cada nova criação artesanal da casa, feitos com o melhor do chocolate com 70% a 100% de cacau proveniente de países como a Bolívia, a República Dominicana e a Venezuela.

  • O restaurante perfeito para esta zona da cidade!
  • A carta é grande, tem o nome dos pratos em inglês para “preservar o espírito britânico" e faz referência aos “mais famosos” ou aos favoritos de Jool, a mulher de Jamie Oliver, das massas às pizzas.
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  • A chef é Karin Gama, que foi sous chef da brasileira Bela Gil, uma adepta de cozinha natural, e aqui responde precisamente a esse pedido de uma comida menos processada.
  • Esta coffee shop perto do Marquês tem os melhores cafés da cidade, garante o dono, Mário Cajada.
  • “O nosso objectivo é fazer algo que as pessoas gostem, nada de comidas demasiado complicadas mas sim algo que poderiam comer três vezes por semana”, explica Alexis, sentado numa das mesas do terraço interior, um dos três espaços diferentes que têm no BouBou’s.

Restaurante & Bar em Lisboa

Uma das melhores coisas do Coyo Taco é ficar na rua a beber margaritas e a ver as pessoas passar. O Sumaya, que abre a 14 de setembro, é um restaurante de comida libanesa e pertence ao grupo Atalho, que conta já com três restaurantes em Lisboa e todos rua do principe eles a ter a carne como ingrediente principal dos pratos. O novo restaurante do Olivier, no Rato, tem uma carta que nos traz o melhor do mar português. O El Clandestino junta a cozinha mexicana e peruana num espaço cheio de pinta, com bebidas muito boas.

Lisboa bairro a bairro

Há pratos compostos, mas também petiscos rápidos e várias saladas. A esplanada, abrigada e reservada, e a vista para Lisboa são imbatíveis a qualquer hora do dia, até porque a carta é versátil. Por mais escondido que esteja – os mais distraídos poderão até não encontrar a entrada –, o Lost In é sempre uma boa aposta. Vale a pena espreitar a lista de entradas e sobremesas.

Cidade Online

Henrique Sá Pessoa tem duas estrelas Michelin e é uma estrela de televisão, mas nem por isso é um chef inacessível ao comum dos mortais. A melhor forma de fazer esta viagem é mesmo pedir um combinado (há para uma, duas ou quatro pessoas). Para comer, não faltam os pratos de ovos, as torradas de abacate ou salmão fumado, açaí, croissants e granola.

“A melhor refeição ao melhor preço.” Duas entradas, dois principais e duas sobremesas ficaram por 36 euros por pessoa, ao almoço. Estávamos ainda a festejar a vida e a comida, quando apareceu a conta. Nada disto ofuscou todavia a estrela da carta.

Em vez de ter o trabalho, já pode provar aquilo que o chef idealizou no Jamie’s Italian. Descubra de que restaurante estamos a falar. Eu esplano, tu esplanas, ele esplana e é melhor não nos alongarmos, porque as mesas das esplanadas só podem ter até quatro pessoas, de acordo com as medidas em vigor desde 5 de abril. Todas estas criações são do chef Tiago Duarte, que trabalhou uma década em Londres e se juntou a Agnes e Alexis neste novo projecto, mas os donos reforçam que este projecto tem cinco caras, além dos próprios e do chef, os responsáveis de sala, Liliana e Joris.

Eu estou em crer que levava, mas isso em nada desprestigia esta sobremesa sublime,
com cobertura de pistáchio e amêndoa – uma das melhores coisas que se pode comer na casa. Eis então que chegam à cidade não um, mas vários restaurantes libaneses. A nova dinastia da restauração lisboeta instalou-se aqui e as novidades sucedem-se – grande parte delas com grandes janelas e balcões virados para a rua para que possa aproveitar o melhor da zona.

Fernão Gonçalves é o responsável pela carta de cocktails. Todas as semanas há cerca mais de dez vinhos diferentes a copo e as garrafas também estão disponíveis para levar para casa. Chama-se Black Sheep e tem espaço suficiente para caberem mais de uma centena de referências de vinhos de produtores nacionais independentes – ovelhas negras do negócio, chamemos-lhe assim.

Choose a Time Out Market

Tudo isto feito com peixe que chega ao restaurante fresco todos os dias, claro. Um espaço super kitsch, uma esplanada fabulosa e uma relação preço-qualidade muito acima da média. O espaço é pequeno, por isso reservem antes de ir. Um restaurante para visitar várias vezes, para provar tudo!

Não por ter dúvidas na qualidade do que serve, porque aí sabe bem o que está a ser feito na cozinha, mas antes porque não quer ter amarras. Na carta, são as pizzas que se destacam, mas mesmo assim Jorge Marques, dono também do Faz Frio, é relutante em chamar pizzaria à casa. A casa era conhecida por ter sempre uma proposta de bacalhau nos pratos do dia e isso continua a ser regra. O receituário português continua a ser o grande foco desta casa, agora com uma actualização dos pratos e um maior investimento em ingredientes e matéria-prima de qualidade. Os pratos também são bastante artísticos, do papad basket de entrada às dosas como a de pato picante ou batata masala e o bagare baingan, com beringela, amendoim e coco. E já há algumas que se destacam, como acontece com o lamb durum, a lembrar o kebab do it yourself que a chef já teve no seu restaurante.